Gostaria de usar esse espaço para fazer uma retratação: Nesse episódio todo envolvendo fakes e mentiras pelo site Altamontanha, acabei incorrendo em um erro comum e infeliz: Generalizar.
A citação que causou polêmica foi quando escrevi o termo "bando de moleques". Pedro, Júlio, Maximo, Johny (perdoem se esqueci alguém), me desculpem. Realmente vocês nada tem a ver com isso, apesar de alguns terem conhecimento das coisas erradas que aconteciam. Portanto retirei o que havia escrito. Apenas por respeito a essas pessoas.
O moleque mesmo é apenas uma pessoa. Acabei generalizando. Retrato-me aqui. O moleque é aquele cara que:
Tem o maior ego do mundo;
Vive em um planeta chamado Sou o Bom;
Escala quinto grau mas arrota um nono;
Acha que contribui demais com o mundo e apenas cria inimigos RJ e SC que o digam;
Se diz advogado mas não tem OAB;
Veste a carapuça;
Tem ódio deste editor aqui porque sua namorada o largou no dia do seu aniversário;
Esta mulher passou a ser namorada deste editor aqui (sempre há mulheres em casos de ódio);
Diz que não se importa com minha opinião mas mostra o contrário ao postar aqui;
Faz a caveira da namorada do amigo para a mãe do amigo;
Diz para a mãe do amigo que seu amigo anda com maconheiros;
Usa de termos ofensivos por não ter o que falar;
Resolve visitar este editor em seu local de trabalho apenas para dizer que arrumou patrocínio melhor;
Na verdade o patrocínio era furado e levou um golpe do picareta;
Se ocupa demais da vida dos outros;
Envia e-mails desesperados a moderadores de lista pois tem medo de expor os pensamentos;
Em qualquer lugar que vai as pessoas olham torto;
Liga para a mãe dos outros quando se sente ofendido;
Exibe as melhores roupas de montanha mas os usa apenas em eventos sociais, afinal só vai a montanha de verdade pela internet;
Se acha doutor daquilo que conhece apenas superficialmente (alta montanha);
E finalmente:
É um pobre coitado digno das melhores risadas do montanhismo nacional.
Pessoal do AltaMontanha, me desculpem. Hoje acredito que muitos de vocês realmente não tem culpa de conviver com uma figura com as características citadas acima.
